sexta-feira, 2 de maio de 2014

SERÁ VERDADE O QUE OS NOSSOS LIDERES NOS CONTAM?

PLANOS, PROJETOS, PROGRAMAÇÕES, PLANEJAMENTOS, PROCEDIMENTOS... todos conceitos que são referentes ao desenvolvimento e à coordenação da composição estrutural pela execução de uma obra.
Quando cheguei ao Brasil em 2002, notei como estes conceitos eram considerados somente possíveis acessórios de atividades, públicas ou privadas ou autárquicas que fossem.
Nestes 12 anos o Brasil se entupiu a boca dessas palavras, mas, na realidade, continuam serem conceitos considerados secundários.
Eu, formado na Itália em Ciências Política e especializado em Política Econômica, atualmente estou estudando para tirar a licença de 2° Grau, nível propedêutico para acessar a Universidade (em futuro explicarei o motivo).
O colégio ao qual participo é Estadual e, além do esforço conjunto da coordenação e dos professores, posso afirmar que a desorganização é total:
·         Livros de estudo, de quaisquer matérias, têm explicações incoerentes;
·         Exercícios, de quaisquer matérias, têm resultados errados;
·         Decisões vêm tomadas em cima da hora.
Exemplo: somente à tarde do dia 30/04/14, quarta-feira, foi declarado feriado o dia 02/05/14 que é o dia subsequente ao dia 01/05/14, que já é feriado.
Os professores me falaram que é uma coisa normal, pois nesse modo o Governador e a SEDUC procuram pressioná-los. Eu respondi que eles são funcionários! Em qualquer organização os funcionários trabalham focando a satisfação dos clientes, nesse caso os alunos! Portanto deve existir pelo menos uma programação periódica, fevereiro-junho e agosto-dezembro, de modo que os usuários possam adequar-se ao plano promovido pela organização.
A minha afirmação foi acolhida por uma gargalhada comum...
Mas o fato considerado, na realidade é uma desculpa para eu evidenciar como as organizações brasileiras não visam Planos, Projetos, Programações, Planejamentos, Procedimentos: para eles são conceitos que vinculam quem manda; pelo contrario, eles não querem ser amarrados em dar explicações. Adeus transparência!
Para evidenciar quanto afirmei, é suficiente prestar atenção a quanto acontecerá na Copa de Futebol 2014, onde o Brasil, para incompetência dos seus governantes, mostrará ao mundo uma cara cheia de vergonha:
Ø  Viabilidade, estruturada para facilitar assaltos;
Ø  Telecomunicações via internet, desenvolvidas para exigências de um país do submundo;
Ø  Infraestruturas hospitalares públicas, comparáveis àquelas dos países do centro áfrica;
Ø  Segurança pública inexistente: passiva e para reprimir, pois as viaturas saem das Delegacias quando chamadas, e não ativa e para prevenir a violência, pois as viaturas não patrulham as ruas para prestar serviços ao cidadão.
Ø  Serviços bancários, onde, para acessar um serviço de atendimento não eletrônico, um cliente deve gastar entorno de três a quatro horas: ir ao banco + fazer a fila + receber o serviço + voltar do banco.
Todo isso porque quem nos governa não se baseia na COMPETÊNCIA, mas no NEPOTISMO: nepotismo familiar, que impede às empresas privadas competir a nível internacional, e nepotismo político, que protege as careiras políticas nomeando “rabos-presos” para chefiar Órgãos Públicos e Autarquias. E pensar que existem Profissionais preparados e orgulhosos de ser brasileiros, mas que saem do próprio país porque não conseguem achar as oportunidades que mereceriam encontrar.
Boa Copa e que ganhe o futebol, pois se fosse pela política, já teríamos perdido...

Armando Cappello         

domingo, 27 de abril de 2014

SAÚDE A VÓS, FOMENTADORES DA VIOLÊNCIA BRASILEIRA

Tudo mundo está constatando e lamentando-se da aceleração incontrolada da violência no Brasil e, principalmente, na nossa terra: o Ceará.
É fácil, também se absolutamente verdadeiro, argumentar que tal violência aumenta proporcionalmente com o assalto aos cofres públicos por conta de lobistas mandados por políticos/administradores. Os exemplos mais clássicos, que estão dando a volta pelo mundo inteiro, são:
1.     Os julgamentos do “MENSALÃO”, onde os principais políticos antes foram condenados, para depois ser conceitualmente absolvidos.
2.    O da Petrobras, de atualidade onde os administradores da época (incluída a atual Presidente Dilma) declaram que não estavam a conhecimento dos acontecimentos. Além que os comuns mortais  não podem antepor a ignorância da Lei, em matéria existem pelo menos 3 degraus de tipo de condenação (definições trazidas do dicionário Michaelis):
ü  Responsabilidade, “dar conta de alguma coisa que se fez ou mandou fazer”;
ü  Culpa grave, “violação de um dever jurídico”;
ü  Negligencia, “Falta de diligência – Descuido – Incúria”.
Mas saímos das “salas de controles”, que é um mundo a parte, para calar-se na realidade do dia-a-dia onde somos explorados por roubos diários.
·      25/04/2014 às 08:25, saio de casa e subo em uma van. Para passar a catraca, apoio o meu cartão “bilhete único” ao equipamento computadorizado e presto atenção ao display que me alerta como o meu cartão contem um credito de R$ 1,80. “Mas deveria ser R$ 2,00” pensei; e me corrigi mentalmente que talvez a minha memória estivesse falhando. Mesmo dia 25/04/2014 às 09:45, volto para casa e subo em uma van. Mesma operação para passar a catraca e o display do equipamento computadorizado que me alerta como o meu cartão contem um credito de R$ 1,60.
Total da corrida: ida R$ 2,20 + volta R$ 0,20 = Total R$ 2,40. Roubo R$ 0,20.
·     27/04/2014 às 09:05, saio de casa e vou em uma padaria do conjunto para comprar o pão pelo café de manhã. Ponho 4 pães em uma sacola e a coloco na balança computadorizada do caixa. Por acaso vejo que no display da balança está escrito 240 gr. e, pelo contrario, no monitor do caixa o valor por Kg. é multiplicando por 280 gr., com um total de R$ 2,10. Pedindo desculpa à atendente do caixa, solicitei que a sacola fosse novamente pesada: saiu de novo 240 gr. e o valor final foi de R$ 1,80.
Se não tivesse prestada atenção, teria pagado R$ 0,30 a mais, ou seja, R$ 0,075 por cada pão.
Não quero desenvolver os conceitos expostos, deixo isto a quem tem competência, mas quero sublinhar que roubo é violência, pois significa apropriar-se indevidamente de coisa aleia.
Se o Brasil continua na estrada de essa “exploração selvagem”, a violência vai aumentar até acabar com o respeito no nosso próximo, introduzindo a desconfiança na Democracia e no desenvolvimento Social e Econômico.
Falta agora só parabenizar os nossos políticos, Federais ou Estaduais ou Municipais que sejam, e aos nossos administradores, Públicos ou Privados ou Autárquicos que sejam:
SAÚDE A VÓS, FOMENTADORES DA VIOLÊNCIA BRASILEIRA.

Armando Cappello     

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Homenagem para todos os Policiais, sobretudo os soldados.


Uns 20 anos atrás, na Itália, os policiais eram alvo de tiroteio dos criminosos, como nos últimos anos no Brasil.
O ápice chegou quando foram matados 2 Juízes, Giovanni Falcone e Paolo Borsellino, que combatiam a máfia internacional “Cosa Nostra”: foram explodidos junto a própria escolta, formada de 8 seguranças cada juiz.
Giorgio Faletti, um famoso comediante da época, na ocasião tornou poeta e homenageou essa corporação dedicando-lhes a canção à margem.
Com isso, eu gostaria interpretar o desabafo dos meus amigos policiais brasileiros que, diariamente, arriscam a própria vida a favor duma sociedade onde os direitos, dos bons e dos malvados, parecem sempre mais impalpáveis.

Texto original em italiano de Giorgio Faletti – tradução livre de Armando Cappello.

Foda-se Senhor Capitão.
Saímos da central e, em constante contato rádio, se dirigimos para o km 41 da rodovia estadual. Perto da casa abandonada, escondemos bem a viatura, em modo que ninguém pudesse vê-la; montamos a câmara-velox e fizemos multas, sem piedade, a quem passava a mais de 60, fosse também 60 de idade; e ainda prendemos um sem carteira.

Foda-se Senhor Capitão.
Fazia um calor que nós nos queimávamos, a rodovia era um forno, o asfalto tremulava e as imagens desvaneciam. E é assim que todos suados, nós recebemos aquela noticia desgraçada: aqueles colegas mortos matados, jogados em ar como um trapo e caídos no chão como pessoas despedaçadas, feitos a pedaços com o explosivo... que se não serve para as coisas boas, pode virar assim ruim que depois não fica mais nada.

Foda-se Senhor Capitão.
Estamos aqui com a farda muitas vezes apertada, sobretudo desde quando viramos piadas de humor. Estamos cansados de suportar o que acontece neste País, onde acabamos ser matados para uns 1.000 reais por mês. E tenho uma coisa na garganta que é bem difícil digeri-la: quem nós mata, recebe muito mais que a gente.

Foda-se Senhor Capitão.
Eu sei que estou falando com o meu comandante, mas quanto tempo hei de passar na viatura e com a voz da rádio que me faz tremar. Nós temos muita coragem, mas aqui é sempre mais árdua, pois nós devemos prestar conta da nossa coragem ao medo; isso é o que sinto agora, mas se chega uma chamada urgente... nós vamos o mesmo, e me desculpa se parece ser nada.

Foda-se Senhor Capitão.
Se Você pensa que eu sou jovem e se conseguisse entrar no meu lugar, acho que me daria razão e não me vai denunciar.

E Lhe o digo com todo respeito: FODA-SE SENHOR CAPITÃO!

domingo, 27 de maio de 2012

EXTORSÃO, CORRUPÇÃO E ARREDORES BRASILEIROS

Imagina se o Cachoeira vai falar! Mas Você nem pode imaginar quanto dinheiro está envolvido... muitas pessoas poderiam matar, de verdade, para uma fatia da quantia de 200 bilhões que alimentam lobbies e criminalidade politica e que representam o 6% de quanto produzido no Brasil.
Quanta força econômica e poder politico, além de quanta corrupção e quantos desvios, vêm gerados através desta riqueza ilícita que quase chega á metade do PIB do Portugal.
Vamos considerar as áreas Publicas Federais, Estaduais e Municipais, incluídas as Autarquias. O Brasil gasta anualmente mais de 1.000 bilhões (1 trilhão) e, para formar um desvio dum habitual 10% (jeitinho brasileiro), o acréscimo deve dobrar chegando ao 20%.
Este 200 bilhões  vão divididos em três partes:
1.       Primeira fatia, R$ 100 bilhões, vai ao bolso da criminalidade de terno e gravata, fruto de extorsão que, sobretudo alimenta lobbies politicas.
2.       Segunda fatia, R$ 50 bilhões, vai ao bolso de quem paga na qualidade de ágio pelo risco de corrupção que ele está correndo.
3.       AGORA PRESTA ATENÇÃO PORQUE PARECE PIADA!!!! a terceira, R$ 50 bilhões, entra no circuito da Administração Publica por vários tipos de impostos, diretos ou indiretos for, e para dar cobertura á corrupção ativa e passiva dos dois pontos antecedentes.
Permito-me uma brincadeira de humor, pois é melhor rir que chorar: “Pensa que os últimos 50 bilhões representam acerca o 5% dos impostos recolhidos no Brasil e se não existisse a corrupção, todos nós deveríamos pagar um imposto superior”.
Hurra Brasil!
Armando Cappello

segunda-feira, 30 de abril de 2012

COMPETÊNCIAS? MAS É COMIDA?

É impressionante como o Brasil tenha dificuldades em produzir aquele desenvolvimento que o povo tem direito: são as competências dos Órgãos Públicos, inclusivas das Autarquias, que emprisionam as estruturas econômicas e sociais numa cadeia de “se e mas” e onde é possível acontecer “tudo e o contrario de tudo”.
Iniciamos considerando os três Órgãos Supremos que empurram o Brasil.
Sim EMPURRAR e olha que empurrar é mais difícil que PUXAR, pois neste segundo caso se executam duas tarefas numa única operação: puxar significa arrastar para uma direção, pelo contrario empurrando não se tem a certeza pra onde se está indo.
Deixamos este parêntese e voltamos á nossa Democracia ainda jovem, mas de idade adulta:
1.      Os Órgãos Executivos têm as tarefas de organizar e dirigir a Nação aplicando as Leis através regulamentações oportunas.
2.      Os Órgãos Legislativos têm as tarefas de fornecer Leis que aderem ás exigências reais do País e, por isto, revisar constantemente as dessuetas e longe da cotidianidade; além disso, eles têm a competência de controlar si mesmos e o Executivo.
3.      Os Órgãos Judiciais têm a tarefas de punir quem não respeita Leis e Regulamentos, mantendo a total independência de os outros Órgãos; por isto, diferentemente dos outros Órgãos, as pessoas não vêm eleitas, mas deveriam ser selecionada na base da meritocracia.
Marcados estes pontos, devemos admitir a existência de exceções como quando o Órgão Executivo, com motivação de urgência, emana Medida Provisória (normas com a força de Lei), assim substituindo-se ao Órgão Legislativo. O problema emerge quando a exceção vira rotina, assim indicando que o Governo tem uma maioria imposta ao Legislativo: está forçando mudanças através à introdução de condições diferentes á atualidade.
Se nós podemos divergir do operado do Executivo, com certeza devemos condenar o do Legislativo quando não decide, assim deixando ao Governo o ônus de escolher: “Mas se eu (Legislativo) converto em Lei a Medida Provisória, tu (Executivo) coisa me dai em troca?” Um grosseiro “do ut des” particular que evidencia a ausência da representação dos próprios eleitores.
Coisa análoga acontece no relacionamento entre Legislativo e Judiciário, quando o Supremo é convocado a julgar, isso por COVARDIA dos nossos Parlamentares: vê “Casamento entre Homossexuais”, com extensão á possibilidade por eles adotar filhos, e “Aborto por Acefalia”, antecâmara da eutanásia.
Quero evidenciar o medo dos eleitos de “tomar posição” por temor de interpretar em modo errado a vontade dos próprios eleitores (covardia intelectual): isto deixa espaço impróprio ao Órgão Judiciário.
a.       Se eu Eleito (Senador ou Deputado for) tenho medo de manifestar-me por temor de perder o mandato nas próximas eleições, é melhor eu renunciar logo porque não estou a altura de representar ninguém.
b.      Uma Nação é tal na possibilidade de produzir Leis e em Democracia estas escolhas vêm demandadas para quem representam o povo, ou seja os Parlamentares: se estes Organismo(Legislativos) deixam a decisão para um não eleito (Supremo), significa que estamos lindando momentos não propriamente Democráticos.
Não estou avaliando as decisões do STF, pois acho estes “questões de consciência” e que por isto deveriam pegar a via referendaria. Mas, com vergonha, deve-se admitir que tal Corporação do Judiciário é tão forte que, além dum volume salarial questionável, me parece que chegou condenar um próprio aderente, julgado culpado de homicídio, á aposentadoria antecipada: pobrinho, a videocâmara do circuito interno do supermercado o flagrou enquanto ele matava um atendente do exercicio atirando de pistola a queima roupa. Talvez se sentem “super partes”? esquecendo o respeito que devem ao cidadão comum o qual, assim, está marginalizado pela diferencia de consideração.
...e pensar que “igualdade” é uma das três pedras fundamentais dos princípios universais duma Democracia...
Atenciosamente,
Armando Cappello

terça-feira, 3 de abril de 2012

OS CUSTOS DUMA DEMOCRACIA (em português)

Antes enfrentar o tema real deste blog, eu acho oportuno compreender o “porque uma Democracia tem custos administrativos maiores respeitos os duma Ditatura”.
As formas de governar o estado social duma Nação, entendidas qual ordenamento de povo – território – soberania, são vários. Dando uma breve descrição das formas mais comuns e considerando os custos dos aparados burocráticos ligados á forma de governo, podemos intuir como os custos de tais estruturas administrativas crescem proporcionalmente com o próprio desenvolvimento politico.
1.     Pode-se afirmar que no final da Idade Media nasceram os Estados (organismos políticos que incluem uma ou mais Nações) que foram governados por formas de MONARQUIA ABSOLUDA. Em tal forma de estado social, onde os interesses se focalizam num entourage familiar, os custos de governo se reduzem numa única entidade que detém o monopólio administrativo – politico – judicial.
2.     Em seguida desta forma de governo, unívoca e unilateral, dentro á sociedade vim afirmando-se a classe burguesa através o nascimento do Estado Liberal, ou seja, o ESTADO DE DIREITO, o qual estabeleceu “a liberdade do individuo respeito ao Estado” e “o respeito multilateral e global das normas estaduais”. Em tal forma de estado social, onde os interesses se subdividem entre os dois classes sociais e representantes da Nobreça e da Burguesia, os custos de governo aumentam e foram sustentados por um oligopólio econômico através a criação de estruturas politicas, administrativas e judicial, os quais provêm novos custos.
3.     Após apareceu o ESTADO DEMOCRATICO, caraterizado pela soberania popular, pelo pluralismo politico e pelo reconhecimento de direitos/deveres de liberdade e igualdade. Em tal forma de estado social, onde todos os cidadãos, pertencentes a qualquer classe social, além de ter equidade de direitos, têm o dever de sustentar o aparado burocrático que governa o estado social.
O exercício da transparência administrativa (através da procura do seu respeito) e da justiça (através a procura da ordem institucional), como dos direitos da educação, da saúde e das pares oportunidades, são todos centros de custos variáveis em conformidade ao nível de Democracia que vem exercida num determinado País. Portanto cada País enquadra-se no nível de Democracia proporcionado a quanto o povo consegue atuar na própria liberdade individual e no respeito aos exercícios de direito/deveres.
Pois devemos observar quanto isto custa aos cidadãos, porque, o que vem subtraído dos bolsos deles, deve ser devolvido em forma de serviços, prestações e estruturas.
Em qualquer relação econômica, o resultado entre custos/benefícios não pode ser inferior á paridade, pelo contrario significaria que, na fatispecie, o Estado Democrático está falindo o próprio alvo.
Os clássicos “nepotismo e clientelismo políticos”, que infelizmente se encontram em qualquer nível e a qualquer latitude/longitude, são o câncer da Democracia. Um exemplo: quando o Governo de Órgãos territoriais (País – Estado – Município) ou de Autarquias locais usam publicitar o próprio operado, significa que precisam de propaganda para poder sobreviver. Mas além de tal consideração politica, existe uma econômica: as campanhas publicitarias destes Entes públicos vêm financiadas com recursos públicos, ou seja, Você, como eu e como ele, financiamos o interesse privado de terceiros, também se nós pensamos o contrario.
É AQUI QUE ACABA A DEMOCRACIA,
quando os sacrifícios de todos vai beneficiar apenas alguns.
Os vários grupos de agregação social, que nos últimos anos nasceram no mundo e que manifestam contra o capitalismo ou o liberalismo capitalístico, deveriam compreender que se agem CONTRA ALGO, já colocaram o ponto final a própria existência; se pelo contrario o alvo deles for A FAVOR DE ALGO, o final das suas ações não teriam mais um fim predestinado. A sugestão é de incluir como alvos a criminalização do “uso da Democracia a fim privados”, que se manifesta através do lobbying: é isto que, através acordos políticos transversais, abrangem todos os tipos de arranjos econômicos-financeiros-patrimoniais, ou seja, os atos ilícitos que vão dá cleptocracia aos negócios criminosos.
A conclusão é muito simples: se eliminamos os custos provenientes dos lobbyings, das corrupções e das especulações negociais politicas, se poderia reduzir drasticamente as imposições fiscais diretos e indiretos, assim sustentando os consumos e o bem estar social.

I COSTI DI UMA DEMOCRAZIA (in italiano)

Prima di affrontare il tema reale si questo blog, penso oportuno comprendere il “perché una Democrazia ha costi amministrativi maggiori rispetto a una Dittatura”.
Le forme di govenare lo stato sociale di una Nazione, intese come ordinamento di popolo – territorio – sovranità, sono vari. Dando una breve carrellata ai piú comuni e considerando i costi degli apparati burrocratici legati alle singole forme di governo, possiamo intuire come i costi di tali stutture amministrative crescono proporzionalmente al loro sviluppo politico.
1.     Si puó dire che alla fine del Medioevo sono nati gli Stati (organismi politici che ragruppano una o piú Nazioni) che venivano governati attraverso una forma di MONARCHIA ASSOLUTA. In tale forma di stato sociale, dove gli interessi si focalizzano in un entourage familiare, i costi di governo si riconducono ad una unica entitá che detiene il monopolio amministrativo – politico – giudiziale.
2.     In seguito a questa forma di governo, univoca e unilaterale, dentro la societá é venuta ad affermarsi la classe borghese attraverso la nascita dello Stato Liberale, ossia lo STATO DI DIRITTO, che instauró “la libertá dell’individuo rispetto allo Stato” e “il rispetto multilaterale e globale delle norme statali”. In tale forma di stato sociale, dove gli interessi si suddividono tra i due cetti sociali rappresentati dalla classe Nobile e da quella Borghese, i costi di governo aumentano e vengono sostenuti da un oligopolio economico attraverso la creazione di strutture politiche, amministrative e giudiziali, le quali prevedono nuovi costi.
3.     In sucessione apparve lo STATO DEMOCRATICO, caratterizzato dalla sovranitá popolare, dal pluralismo politico e dal riconoscimento dei diritti/doveri di libertá e di uguaglianza. In tale forma di stato sociale, dove tutti gli individui, appartenenti a qualsiasi classe sociale, olte ad avere equitá di diritti, hanno anche il dovere di sostenere l’apparato burrocratico che governa tale stato sociale.
L’esercizio della trasparenza amministrativa (con la ricerca del suo rispetto) e della giustizia (con la ricerca dell’ordine istituzionale), come dei semplici diritti per chicchessia all’educazione, alla salute e alle pari opportunitá, sono tutti centri di costi variabili in conformitá al livello di Democrazia che viene esercitata in un determinato Paese. Pertanto ogni Paese si inquadra nel livello di Democrazia proporzionato a quanto il popolo riesce ad esprimere nella propria libertá individuale e nel rispetto all’esercizio dei diritti/doveri.
Peró dobbiamo prestare attenzione a quanto questo costa ai cittadini, perché quello che viene sottratto dalle loro tasche deve essere restituito in forma di servizi, prestazioni e strutture.
In qualsiasi rapporto economico, il risultato tra costi/benefici non puó essere inferiore alla paritá, altrimenti significa che, nella fattispecie, lo Stato Democratico sta fallendo nel proprio intento.
I classici “nepotismo e clientelismo politici”, che purtroppo si riscontrao a qualsiasi livello e a qualsiasi latitudine/longitudine, sono il cancro della Democrazia. Un esempio: quando il Governo di Organi territoriali (Paesi – Stati – Comuni) o di Autarchie locali (Municipalizzate o Enti pubblici) usano pubblicizzare il proprio operato, significa che hanno bisogno di propagandarsi per poter sopravvivere. Ma aldilá di tale considerazione politica, ne esiste una economica: le campagne pubblicitarie di Enti Pubblici, vengono finanziate attraverso risorse pubbliche, ossia tu, come io e come lui, finanziamo l’interesse privato di terzi, anche se no lo vogliamo.
É QUI CHE TERMINA LA DEMOCRAZIA,
ossia quando il sacrificio di tutti va a beneficiare solo qualcuno.
I vari gruppi di aggregazione sociale, che negli ultimi anni sono nati nel mondo e che manifestano contro il capitalismo o il liberismo capitalistico, dovrebbero comprendere che se agiscono CONTRO QUALCOSA, hanno giá posto il punto finale alla propria esistenza; se altrimenti la loro meta fosse A FAVORE DI QUALCOSA, il fine delle loro azione non sarebbe piú a termine. Il suggerimento é quello di identificare, nei propri obiettivi, la criminalizzazione de “l’uso della Democrazia a fini privati”, che sa truccarsi nelle varie forme di lobbismo: é questo che, attraverso accordi trasversali, abbraccia tutti i tipi di intessi economico-finanziario-patrimoniali, ossia gli atti illeciti che vanno dalla cleptocrazia agli affari criminosi.
La conclusione é molto semplice: se eliminassimo i costi derivante dai lobbyings, la corruzione e l’affarismo politico, si potrebbero ridurre drasticamente le imposizioni ficali dirette e indirette, cosí sostenendo il consumo e il benessere sociale.