sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

LIVRES!!!

Se qualquer é feliz do governo, que administra-nos, ou dos políticos, que representam-nos, por favor levanta a mão, pois eu não consigo encontrar alguém!
Contudo, em uma Democracia, pelo menos a maioria do povo deveria concordar com o operado deles, por quê somos nós enviá-los onde estão.
Mas somos certos de viver numa Democracia? Ou estamos vivendo uma post-Democracia onde o poder do Povo vem progressivamente reduzido a favor de tecnocratas, de órgãos intergovernamentais, de lobbies, de corporações e da mídia?
Sim, estamos numa Democracia, pois as bases democráticas existem na medida em que:
  1. o sufrágio é universal e as eleições livres e recorrentes;
  2. existem mais partidos;
  3. as fontes de informação são múltiplas e imparciais;
  4. e…
Mas que seja verdade?
  1. As eleições são verdadeiramente livres e nós nos sentimos representados por quem votamos?
  2. Os partidos perseguem o interesse comum e geral ou aquele estreito para poucos?
  3. As fontes de informação contam-nos a verdade, mas talvez escondendo-nos a realidade?
  4. e...
Ou estamos na frente a uma disfuncionalidade da Democracia, que se apresenta através:
  • do populismo, ou seja, uma postura cultural e política que exalta o Povo em modo demagógico.
    ou
  • do corporativismo, ou seja, procurando de esconder as diferencias entre classes para legitimar os próprios interesses, isto a dano da coletividade.
Seja no primeiro caso, como no segundo, vêm estimuladas as frustrações e as desafeições da maioria do Povo, assim reduzindo a vontade dos cidadãos à participação da política, a qual tornaria um “brinquedo” na mão duma oligarquia.

Presta atenção, pois isto está acontecendo no mundo inteiro! a Democracia não está mais nos representando e estão fornecendo-nos um seu substituto… infelizmente!!!

LIBERI!!!

Se qualcuno é contento del governo, che ci amministra, o dei politici, che ci rappresentano, per favore me lo dica perché io non riesco a trovarlo!
Eppure, in una Democrazia, almeno la maggioranza della Popolazione dovrebbe concordare con il loro operato, perché siamo stati noi a mandarli dove sono.
Ma siamo sicuri di vivere in una Democrazia? o stiamo vivendo una post-Democrazia dove il potere del Popolo viene progressivamente ridotto a favore di tecnocrati, di organi intergovernativi, di lobbyes, di corporazioni e di media?
Si! stiamo in una Democrazia perché esistono le basi decmocratiche in quanto:
  1. il suffragio é universale e le elezioni libere e ricorrenti;
  2. ci sono piú partiti;
  3. le fonti di informazione sono plurime e impariali;
  4. e…
Ma che sia vero?
  1. Le elezioni sono veramente libere e noi ci sentiamo rappresentati da chi abbiamo eletto?
  2. I partiti perseguono l'interesse comune generale o quello ristretto a pochi?
  3. Le fonti di informazione ci dicono la veritá, ma forse nascondendoci la realtá?
  4. e...
O siamo difronte a disfunzionalitá della Democrazia, che si presenta attraverso:
  • il populismo, ossia un atteggiamento culturale e politico che esalta in modo demagogico e velleitario il Popolo.
    o
  • il corporativismo, ossia tendendo a nascondere le differenze tra classi per legittimare i propri interessi, quindi a scapito della collettivitá.
Sia nel primo caso, come nel secondo, vengono stimolate le frustrazioni e le disaffezioni della maggioranza del popolo, cosí riducendo la volontá dei cittadini alla partecipazione dalla politica, la quale diventa un “giocattolo” in mano a una oligarchia.

Presta attenzione perché questo sta praticamente accadendo nel mondo intero! la Democrazia non ci sta piú rappresentando perché ci stanno fornendo un suo surrogato... purtroppo!

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Tramonto do Partidarismo

Me peço se é possível considerar Democrático um Estado que não concede aos próprios Povos a liberdade de escolher por quem ser governados.
Entre o fim da época Moderna e o início da Contemporânea, a Europa, região oriunda do desenvolvimento democrático, foi investida por reestruturações políticas de inspiração inovadora onde as Nações, que representam os Povos, perderam peso político deixando espaço aos Estados, entidades que agregam mais Nações e assim massificando os Povos que perderam a própria identidade.
Nessas configurações e para congregar entre eles as várias culturas populares, estabelecerem-se os atuais Partidos Políticos com a intenção de representar os interesses comuns entre Povos diversos e parte do mesmo Estado.
Mas não sempre tal fórmula tive bom êxito, tão que alguns povos nunca aceitaram de submeter-se ao governo central proclamando, ou procurando de fazê-lo, a própria independência sociopolítico e cultural.
Um Povo tem origem e radicaliza a própria Cultura na Geografia do lugar onde reside, pois é do próprio território que consegue vocações agrícolas e comportamentais, usos e costumes (influenciados pelo clima) e da história que determinou a sua moral.
Uns exemplos:
  • A Itália é uma aglomeração de vários Povos (Piemontês, Valdostãos, Lombardos, Tirolês, Vénetos, Friulans, Emilianos, Toscanos, Itálicos, Sicilianos...) que, por Constituição, não podem decidir em formar uma própria Nação sendo obrigados, querendo ou não, a participar dum Estado pelo qual sentem-se sempre menos representados. E isso acontece também em outros Estados da União Europeia: Espanha, França, Bélgica, Alemanha, Áustria... todas são formações múltiplas.
  • O Brasil, localizado da América do Sul e que nas palavras é uma República Federal de mais Estados, tem a Constituição declarando que os Estados-membros não podem decidir desacoplar-se: na realidade o Brasil é um Estado guia do qual os outros Estados dependem. O problema é que se quer juntar, na mesma cultura, povos que vivem climas e recursos territoriais/econômicos totalmente diferentes: de facto o território brasileiro pode reduzir-se geometricamente para um losango com ambas os eixos, norte-sul e leste-oeste, de 4.500 km.
Deixamos os exemplos para voltar ao tema tratado.
Com o passar do tempo, no interno do síngulo Estado iniciaram incrementar-se e desenvolvendo-se interesses comuns entre Corporações, as quais iniciaram pressionar os Partidos, governamentais e da oposição, para levar na frente o bem deles: assim originaram-se as "Lobbies".
Em poucas linhas procurei pintar o que aconteceu em 3 seculos de história. Mas isto é propedêutico para explicar como chegamos à abdicação dos Partidos Políticos, cujo fim deveria ser o interesse do Bem Público, a favor das Corporações, cujo fim é somente o interesse do Bem Particular: quando os Partidos Políticos não conseguem reformar o Estado, numa coerência progressiva na evolução da Sociedade, isto significa que chegou o momento de substitui-los com mecanismos democráticos que evitem a interferência corporativa a nível governamental.
Uma vez existiam o "Partido de Trabalhadores" e o "Partido de Mulheres" os quais no tempo transformaram-se em "Partido dos Trabalhadores" e " Partido das Mulheres", ou seja, se antes um grupo de pessoas agregavam-se criando um Partido tendo o objetivo único da procura do Bem Comum, em seguida grupos de pessoas agregaram-se para criar um Partido tendo como objetivo a procura do Bem Particular: na prática são Corporações que usam vestidos de Partidos Políticos.
Para alcançar o objetivo de reforma do aparado que representa os Povos, se deve agir politicamente seja nas alavancas constitucionais, como naquelas da representatividade, tirando obrigações e imposições como a impossibilidade pelo Povo de decidir autonomamente a filiação da própria Nação a um Estado, ou a sua cisão.
Coisa obstacularia, em nível de UE, a desagregação de Estados os quais, em seguida, dariam origem a Nações, representantes dos Povos, através também à nova agregação de Povos atualmente de fronteira?
Se a nível europeio existe essa autonomia decisional individual, ou seja, cada membro é livre de decidir o próprio futuro, por que isto não é possível a nível local?
Tais iniciativas enfraqueceriam a influência lobística das Corporações, libertando os Partidos Políticos dos favores aos quais atualmente estão “submetidos”.

O atual peso político é insustentável pelos Povos, sobretudo porque imposto e não escolhido. Seria o contrário se cada um decidisse em própria casa e no respeito das regras comunitárias: "Eu posso decidir onde vou, também se entro limites anteriormente escolhidos".

Tramonto della Patitocrazia

Mi chiedo se si puó considerare Democratico uno Stato che non concede ai propri Popoli la libertá di scegliere da chi essere governati.
Tra la fine dell'epoca Moderna e l'inizio di quella Contemporanea, l'Europa, regione di origine dello sviluppo democratico, fu investita da ristrutturazioni politiche di ispirazioni innovatrici dove le Nazioni, che rappresentano i Popoli, perderono peso politico lasciando spazio agli Stati, entitá che aggregarono piú Nazioni e cosí massificando i Popoli che persero la propria identitá.
In tali configurazioni e per congregare tra loro le varie culture popolari, si affermarono gli attuali Partiti Politici aventi l'intento di rappresentare gli interessi in comune tra differenti Popoli facenti parte del medesimo Stato.
Ma non sempre tale formula ha avuto buon esito, tanto che alcuni popoli non accettarono mai di sottomettersi al governo centrale proclamando, o cercando di farlo, la propria indipendenza socio-politico-culturale.
Un Popolo ha origine e radicalizza la propria Cultura nella Geografia di dove risiede perché dal proprio territorio derivano vocazioni agricole e comportamentali, usi e costumi (influenzati dal clima) e la storia che ha determinato la sua morale.
Degli esempi:
  • L'Italia é un agglomerato di vari Popoli (Piemontesi, Valdostani, Lombardi, Tirolesi, Veneti, Friulani, Emiliani, Toscani, Italici, Siciliani...) che, per Costituzione, non possono decidere di dar forma ad una propria Nazione essendo obbligati, volenti o meno, a far parte di uno Stato dal quale si sentono sempre meno rappresentati. E questo accade anche ad altri Stati della Unione Europea: Spagna, Francia, Belgio, Germania, Austria... sono tutte formazioni plurime.
  • Il Brasile, localizzato nel Sud America e che a parole é una Repubblica Federale di piú Stati, ha la Costituzione che dichiara che gli Stati membri non possono decidere di svincolarsi: nella realtá il Brasile é uno Stato-guida dal quale gli altri Stati dipendono. Il problema é che si vuole riunire, sotto la medesima cultura, popolazioni che vivono climi e risorse territoriali/economiche totalmente differenti, infatti il territorio brasiliano puó essere ridotto geometricamente ad un rombo con entrambe le assi, nord-sud e est-ovest, di 4.500 km.
Lasciamo gli esempi e torniamo al tema trattato.
Con il passare del tempo, all'interno di ogni singolo Stato iniziarono a incrementarsi e sviluppandosi interessi comuni a Corporazioni, le quali cominciarono a pressionare i Partiti, di governo o di opposizione, per portare avanti il bene delle loro fazioni: cosí si originarono le "Lobbies".
In poche righe ho cercato di dipingere quello che é avvenuto in circa 3 secoli di storia. Ma questo é propedeutico per spiegare come siamo arrivati all'abdicazione dei Partiti Politici, il cui fine dovrebbe essere l'interesse del Bene Pubblico, a favore delle Corporazioni, il cui fine é l'interesse del Bene Privato: nel momento che i Partiti Politici non riescono a riformare lo Stato, con coerenza progressiva alla evoluzione della Societá, significa che é arrivato il momento di sostituirli con meccanismi democratici che evitino l'interferenza corporativa a livello governamentale.
Una volta esistevano i "Partito di Lavoratori" e "Partito di Donne" che nel tempo si trasformarono in "Partito dei Lavoratori" e "Partito delle Donne", ossia se prima un gruppo di persone si aggregavano creando un Partito avente come obiettivo finale il Bene Comune, in seguito gruppi di persone si aggregarono per creare un Partito alla ricerca del Bene Privato, ossia nella realtá sono delle Corporazioni che usano il vestito di Partito.
Per raggiungere l'obiettivo di riforma dell'apparato che rappresenta i Popoli, si deve agire politicamente sia sulle leve costituzionali, sia sulla propria rappresentativitá, eliminando obblighi e imposizioni come l'impossibilitá da parte di un Popolo di decidere autonomamente l'appartenenza della propria Nazione ad uno Stato, o la sua scissione.
Cosa ostacolerebbe, a livello di UE, la dispersione di questi Stati i quali darebbero vita a Nazioni, rappresentanti del proprio Popolo, attraverso anche a riaggregazione di Popoli attualmente frontalieri? Se a livello europeo esiste questa autonomia decisionale individuale, ossia ogni membro é libero di decidere il proprio futuro, perché questo non é possibile a livello locale? Tali iniziative indebolirebbero l'influenza lobbistica delle Corporazioni, svincolando i Partiti Politici dai favori attualmente ai quali sono "sottoposti".
L'attuale peso politico é insostenibile per i Popoli, soprattutto quando questo é imposto e non scelto. Al contrario ognuno deciderebbe in casa propria e nel rispetto di regole comunitarie: "Io posso decidere dove vado, anche se dentro a dei limiti scelti in precedenza".

sábado, 1 de outubro de 2016

POLÍTICA deveria significar CIÊNCIA DAS ESCOLHAS, mas no Brasil é alcançar oportunidade pessoais

Amanhã é o dia das Eleições Municipais 2016, assim vai parar a poluição sonora eleitoral que nem tem respeita pela Lei! Sim, falta o segundo turno para Prefeito na cidades maiores, mas é o menos e, depois, finalmente se poderá fazer política de verdade. Sim porquê o período, entre a caçada do PT de Brasília até hoje, foi usado por todos somente para iludir os cidadãos, prometendo o que os mesmos queriam ouvir, mas de forma totalmente abstrata e fora da realidade.
Não quero chamar de estúpido os Cidadãos Brasileiros, nunca me o permitiria; quero só evidenciar que a política verdadeira vem através de INVESTIMENTOS e não com Desperdícios, promessas falácias feitas por candidatos quase todos incompetentes e que estão aí somente porquê apojados por um nepotismo partidário, sempre mais patrocinado pelos corporativismos, forma antagonista do partidarismo.
Se queremos enfrentar o problema BRASIL, devemos inciar a pedir-nos coisa nós, Cidadãos Brasileiros, podemos oferecer ao nosso País, o Brasil.
  1. Devemos mudar atitudes e revindicações junto à nossa Pátria: esta é formada por todos nós e somos nós que precisamos dela, não o contrário. Iniciamos eliminando os benefícios a favor de quem nos administra (Legislativo, Executivo e Judiciário): os benefícios devem favorecer quem tem necessidade e não quem recebe uma remuneração superior a 10 salários-mínimos.
  2. Devemos consideramos que a Previdência não pode ser destinada a quem não tem necessidade: as aposentadorias, sendo aspectos e escolhas sociais, devem estar assujeitadas a barreiras e limites, onde o Estado reconhece tal benefício unicamente para quem não tem os recursos econômicos suficientes para viver com decoro.
  3. Devemos aprender como incentivar o sistema produtivo, aplicando impostos em modo équo e tirando o Estado do papel de quem explora os próprios “Súditos”: as taxas devem ser aplicadas em cima dos valores agregados, assim eliminando as cascadas de impostos sobre impostos, como acontece atualmente; assim, diminuindo os preços finais dos produtos, aumentariam o consumo, além de incrementar mão de obra e investimentos, ou seja, se aplicaria um sistema virtuoso de desenvolvimento econômico.
É obvio que estes três pontos fundamentais devem ser acompanhados por uma reformulação da atual Constituição Brasileira, onde se deve manter firmes e irrenunciáveis os Valores, aliceces do sistema Brasil, demandando aos Princípios a função de pilares que regulamentam Leis e Códigos.
Não devemos ter medo de abater as franjas populistas ou regimentistas que vinculam-nos ao passado; devemos ter a coragem de ir em frente com os nossos pés e não com aqueles dos outros que levar-nos-iam para onde eles querem, ou seja, na direção do interesse aleio.
O que me surpreende é a indiferença de quem me ler (que não são poucos), pois não expressam a própria opinião, comportando-se passivamente, lendo as minhas opiniões e sem dizer as suas. Procuramos ser ativos e propositivos, saindo da submissão intelectual que ainda nos oprime.
Atenciosamente,

Cappello dott. Armando

segunda-feira, 13 de junho de 2016

ESTOU CANSADO DAS MENTIRAS POLÍTICAS! (português)

Atualmente, ao redor do mundo, a gestão da Democracia é sem ética e moral, pois o Poder se considera acima de qualquer Valor e Princípio.

Em qualquer News políticas, de qualquer Nação, sempre vêm expressas considerações de crescentes contrastes entre aparados Institucionais e exigências da população.
Desconsiderando os conflitos culturais, que existem entre facções diferentes, podemos verificar como nenhuma delas se inspira a representações partitárias; pelo contrário, eles (facções) vêm instrumentalizadas por os Partidos, com aspirações pseudo-ideológicas, também quando procuram vestir Classes que existem somente e ainda nos seus ilusórios políticos.
Qualquer facção representa um grupo, Corporação ou Partido for, só que entre as duas existe uma diferência fundamental, também se sutil.
Corporação é um conjunto de pessoas ligadas na perseguição de um bem particular e privativo.
Partido é um conjunto de pessoas ligadas na perseguição de um bem comum e nacional.
Iniciamo pelo denominador comum a ambos, ou seja, a forma de agregação deles: o Grupo.
Um Grupo tem:
  • Um VALOR, que é “o intento comum entre os aderentes”;
  • Um PRINCÍPIO, que é “o agir comunalmente no seu interno”;
  • Uma MISSÃO, onde “todos os aderentes chegarão à meta final”.
Mas Corporação e Partido diferenciam-se no ESCOPO: a primeira persegue um bem particular, isto é, mira ao interesse dos próprios aderentes; enquanto a segunda persegue um bem comum, ou seja, mira ao interesse da Nação.
Dizem-se que quando uma Corporação age no interno de um Partido, este último inicia a procurar o interesse privativo deixando de perseguir o nacional. Isto é verdade, também se o relacionamento é biunívoco, pois os Partidos vêm representados por pessoas que, à sua vez, fazem parte de Corporações que os apoiam através do voto e em troca do favores particulares.
Num modo ou no outro, o marketing político levou as Nações a um dualismo eleitoral onde o importante não é perseguir o bem-estar comum, mas fazer acreditar à maioria dos eleitores que estão perseguindo o seu bem-estar, que é o bem-estar de uma parte da população e não o interesse da Nação.
Portanto, também se a decidir são os Partidos, na verdade são as Corporações que administram o Poder através de articulações partidárias.
Por isto, nesse status quo político nunca existirá um consenso entre eleitores e eleitos porque na realidade estes últimos não representam quem os elegeram, mas quem sustentou os custos das eleições. Tal ónus financeiro é um investimento que, além de ser depreciado, deve produzir os frutos orçados: o lucro que é consequência do investimento.
E no mundo inteiro nós nos surpreendemos pelas corrupções desenfreadas e da renúncia de atingimento das metas políticas prometidas?
Devemos mudar as estruturas sobre as quais baseiam-se as Instituições Públicas: mas esse faria implodir a Nação! Nada de verdade….
Mudando as formas de agregação partidárias e de gestão do Poder, poderíamos ter uma Visão mais clara do presente.
Permitimos aos candidatos concorrer sozinhos, desvinculados dos Partidos, em colégios eleitorais uninominais e impondo aos eleitos a obrigação de:
  • Constituir formações partidárias somente após eles ser tornados efetivos das respetivas Câmeras;
  • Votar de forma clara e nunca secreta, assim os eleitores possam controlar os eleitos;
  • Tirar a obrigatoriedade do voto, onde ainda existe;
  • Eliminar os limites introduzidos para barrar as aprovações de mudanças;
  • Reduzir o compenso dos políticos eleitos a simples “reembolsos de custos”, inserindo um teto;
  • Introduzir limites temporais eleitorais, assim evitando que a política possa tornar uma profissão.
Mas, quem atualmente gerenciam o Poder, permiteriam uma “Revolução” estrutural que os desfavoreça? O imobilismo é a profissão deles: “Nada muda, tudo se transforma” (Giuseppe Tomasi di Lampedusa).
Saudações.

Armando Cappello

SONO STANCO DELLE MENZOGNE POLITICHE! (italiano)

L'attuale gestione della Democrazia mondiale é priva di etica e morale,
poiché il Potere si considera al di sopra di qualsiasi Valore e Principio.

In qualsiasi News politica, di qualsiasi Nazione, sempre vengono espresse considerazioni circa il crescente contrasto tra gli apparati Istituzionali e le esigenze della popolazione.
Lasciando da parte i contrasti culturali, esistenti tra fazioni differenti, possiamo verificare come nessuna di queste si ispiri a rappresentanze partitiche; al contrario loro, fazioni, vengono strumentalizzate da Partiti, con aspirazionni pseudo-ideologie, anche quando cercano di vestire Classi che esistono solo nel loro immaginario politico.
Qualsiasi fazione rappresenta un gruppo, Corporazione o Partito che sia, solo che tra le due esiste una differenza fondamentale, anche se sottile.
Corporazione è un insieme di persone legate dal perseguimento di un bene particolare e privato.
Partito é un insieme di persone legate dal perseguimento del bene comune e nazionale.
Partiamo dal denominatore comune ad entrambi, ossia dalla loro forma di aggregazione: il Gruppo.
Un Gruppo ha:
  • un VALORE, che è “l'intento comune tra i suoi aderenti”;
  • un PRINCIPIO, che é “l'agire comunitariamente al suo interno”;
  • una MISSIONE, dove “tutti gli aderenti arriveranno alla meta finale”.
Ma Corporazione e Partito si differenziano nello SCOPO: la prima persegue un bene particolare, ossia mira all'interesse dei propri aderenti; mentre la seconda persegue un bene comune, ossia mira all'interesse della Nazione.
Si dice che quando una Corporazioni agisce all'interno di un Partito, quest'ultimo inizia a procurare l'interesse privato, abbandonando quello nazionale. Questo è vero fino a un certo punto perché il rapporto é biunivoco: i Partiti sono rappresentati da persone che, a loro volta, fanno parte di Corporazioni, che li appoggiano attraverso il voto e in cambio di favoriri particolari.
In un modo o nell'altro, il marketing politico ha portato le Nazioni a un dualismo elettorale dove l'importante non é perseguire il benessere comune, ma far credere alla maggioranza degli elettori che si sta perseguendo il loro benessere, ossia il benessere di una parte della popolazione e non l'interesse della Nazione.
Pertanto, anche se a decidere sono i Partiti, nella realtá sono le Corporazioni che amministrano il Potere attraverso articolazioni partitarie.
Per questo, in questo status quo politico, non esisterá mai un consenso vero tra elettori ed eletti perché quest'ultimi nella realtá non rappresentano chi li ha eletti, ma chi ha sostenuto il costo della loro elezione. Tale onere finanziario é un investimento il quale, oltre ad essere ammortizzato, deve produrre i frutti preventivati: l'utile che è consegueza dell'investimento.
E nel mondo intero ci stupiamo della corruzione dilagante e della mancanza di raggiungimento degli obbiettivi politici promessi?
Dobbiamo cambiare le strutture sulle quali si basano le Istituzioni Pubbliche: ma questo farebbe implodere la Nazione! Niente vero...
Modificando le forme di aggregazioni partitarie e di gestione del Potere, potremmo avere una Visione piú chiara del presente.
Permettiamo ai candidati di concorrere da soli, svincolati da Partiti, in collegi elettorali uni-nominali e imponendo agli eletti l'obbligo di:
  • Costituire formazioni partitarie solo dopo essere divenuti membri effettivi delle rispettive Camere;
  • Votare di forma palese e mai segreta, cosí che gli elettori possano controllare gli eletti;
  • Togliere l'obbligatorietá del voto, dove esiste;
  • Eliminare i limiti introdotti per bloccare l'approvazione ai cambiamenti;
  • Ridurre il compenso dei politici a un semplice “rimborso spese” plafonato;
  • Introdurre limiti temporali di rieleggibilitá politica, cosí evitando che la politica si trasformi in una professione.
Ma, chi attualmente gestisce il Potere, permetterebbe una “Rivoluzione” strutturale a loro sfavore? L'immobilismo é la loro professione: “Nulla cambia, tutto si trasforma” (Giuseppe Tomasi di Lampedusa).
Cordiali saluti.
Cappello dott. Armando